Bom, nós da turma do 2º semestre de Odontologia na faculdade Leão Sampaio tivemos a primeira aula de escultura dental, e as perspectivas eram de empolgação, e ansiedade. Mas logo que começou a aula, vimos que era bem complicado e exigia muita paciência e precisão no início. A aula seguiu com progresso, a Lorem krsna quebrou seu primeiro bloquinho de cera, a Socorro fez em seu incríveis alguns minutos e eu, com muita paciência fiz meu primeiro dente em escultura de cera, um incisivo superior esquerdo, meu orgulho, 'só precisa diferenciar mais a face mesial e distal'(Prof. Prof. Roberto Haniery).
Mas enfim, para ser minha primeira aula, eu fui até bem. Boa sorte pra todos da 106 nesse semestre!!!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Enfim, o primeiro semestre tá acabando.
As melhores mentes, os piores atrapalhados, e os indescritíveis, amigos...
Nesse final de semestre, cheio de atividades e de coisas para estudar, só queria dizer uufa!!
Mas o pesado ainda está por vir, e quero ver, aos que vão continuar no próximo semestre, as dificuldaes!!, porém a perseverança!! e esse é o meu e o de muitos, o forte.
Parabéns a todos os estudantes de odontologia do 1º semestre da LEÃO!!
Nesse final de semestre, cheio de atividades e de coisas para estudar, só queria dizer uufa!!
Mas o pesado ainda está por vir, e quero ver, aos que vão continuar no próximo semestre, as dificuldaes!!, porém a perseverança!! e esse é o meu e o de muitos, o forte.
Parabéns a todos os estudantes de odontologia do 1º semestre da LEÃO!!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
pesssoas que me divulgaram ^^
Lorem Krsna : filhotedefauchard.blogspot.com
Gil neves: gilneves18.blogspot.com
Patrícia Mylena: patriciamylena.blogspot.com
Caio sávio: odonto2011leao.blogspot.com
Gil neves: gilneves18.blogspot.com
Patrícia Mylena: patriciamylena.blogspot.com
Caio sávio: odonto2011leao.blogspot.com
Filhote de Fauchard: Convivência na 106.1
Filhote de Fauchard: Convivência na 106.1: "Eugênia e eu Natã, Romeu, Ismael e eu A convivência é uma coisa engraçada. Quase tão engraçada como a mania do ser humano de tentar an..."
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Artigo 10 - Gincana
O TRATAMENTO ODONTOLÓGICO COMO GERADOR DE ANSIEDADE.
Rosana de Fátima Possobon; Karina Camillo Carrascoza; Antonio Bento Alves de Moraes; Áderson Luiz Costa Jr. O TRATAMENTO ODONTOLÓGICO COMO GERADOR DE ANSIEDADE.
“A submissão a tratamento odontológico tem sido relatada, por muitos pacientes, como uma condição geradora de estresse e de ansiedade (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004; Possobon, Caetano & Moraes, 1998; Poulton, Thomson, Brown & Silva, 1998). Além dos fatores aversivos inerentes ao tratamento, incluindo equipamentos e instrumentos, é possível que a sensação de ter parte de seu corpo físico invadida leve o paciente a perceber a situação como ameaçadora (Klatchoian, 2002), gerando maior probabilidade de comportamentos de esquiva e/ou fuga.” (p.610)
“Como a função principal do cirurgião-dentista é manter uma boa condição de saúde bucal de seu paciente e, para tanto, necessita avaliá-lo em visitas preventivas freqüentes, é essencial esse profissional fazer uso de intervenções que ajudem o paciente a adquirir e manter comportamentos de saúde, bem como a enfrentar a situação odontológica com um mínimo de estresse. Entretanto, para que o cirurgiãodentista possa implementar estratégias que minimizem o estresse comumente gerado pelo tratamento e pelo ambiente do consultório, é necessário que aprenda a identificar comportamentos indicadores de ansiedade e seja capaz de estabelecer uma adequada relação com o paciente.” (p.610)
“As crianças que evocam alta freqüência de comportamentos que dificultam ou impedem a atuação do cirurgião-dentista devem ser submetidas a sessões planejadas de tratamento, nas quais práticas educativas e estratégias cognitivas e comportamentais podem permitir o manejo do comportamento sem a necessidade de contingências aversivas (Moraes, Possobon, Costa Junior & Rolim, 2005). Não obstante, algumas situações, tais como as de urgência, a criança não-colaboradora pode ser contida fisicamente para que seja realizado o tratamento emergencial e proporcionada a eliminação da dor e/ou interrupção do processo infeccioso. A partir desta sessão, várias outras sessões podem ser necessárias para a adaptação comportamental da criança à situação odontológica e a continuidade ao tratamento com a sua colaboração.” (p.611)
“O papel do cirurgião-dentista não deveria se limitar à execução do tratamento bucal, mas incluir a identificação de situações geradoras de ansiedade para o paciente e a investigação de suas possíveis origens. Desse modo, evitar-se-ia a evocação de comportamentos de medo e poder-se-ia intervir no sentido de ensinar o paciente a perceber a situação odontológica sob outro aspecto, com menor suscetibilidade à ansiedade. A colaboração de pesquisadores de psicologia treinados em estratégias comportamentais e cognitivas tem sido cada vez mais comum em alguns grandes centros de atendimento odontológico (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004).” (p.612)
“Relatos de pais parecem apontar para o fato de que a criança desenvolve melhor interação social com odontopediatras que demonstram preocupação com os sentimentos da criança ao longo das sessões de tratamento, o que poderia influenciar positivamente a percepção da criança em relação ao profissional (Majstorovic, Skrinjaric, Glavina & Szirovicza, 2001).” (p.613)
“Segundo Klatchoian (2002), a odontologia, por ser uma área sujeita a uma grande quantidade de estressores, destacando-se entre eles a dificuldade em lidar com o paciente, pode levar à exaustão profissional. A autora faz referência a diversos trabalhos de pesquisa que avaliam a incidência de doenças relacionadas ao estresse em cirurgiõesdentistas. Os dados apontam que a incidência de alterações coronarianas e hipertensão arterial é 25% mais freqüente nestes profissionais do que na população geral.” (p.615)
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pe/v12n3/v12n3a18.pdf
Rosana de Fátima Possobon; Karina Camillo Carrascoza; Antonio Bento Alves de Moraes; Áderson Luiz Costa Jr. O TRATAMENTO ODONTOLÓGICO COMO GERADOR DE ANSIEDADE.
“A submissão a tratamento odontológico tem sido relatada, por muitos pacientes, como uma condição geradora de estresse e de ansiedade (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004; Possobon, Caetano & Moraes, 1998; Poulton, Thomson, Brown & Silva, 1998). Além dos fatores aversivos inerentes ao tratamento, incluindo equipamentos e instrumentos, é possível que a sensação de ter parte de seu corpo físico invadida leve o paciente a perceber a situação como ameaçadora (Klatchoian, 2002), gerando maior probabilidade de comportamentos de esquiva e/ou fuga.” (p.610)
“Como a função principal do cirurgião-dentista é manter uma boa condição de saúde bucal de seu paciente e, para tanto, necessita avaliá-lo em visitas preventivas freqüentes, é essencial esse profissional fazer uso de intervenções que ajudem o paciente a adquirir e manter comportamentos de saúde, bem como a enfrentar a situação odontológica com um mínimo de estresse. Entretanto, para que o cirurgiãodentista possa implementar estratégias que minimizem o estresse comumente gerado pelo tratamento e pelo ambiente do consultório, é necessário que aprenda a identificar comportamentos indicadores de ansiedade e seja capaz de estabelecer uma adequada relação com o paciente.” (p.610)
“As crianças que evocam alta freqüência de comportamentos que dificultam ou impedem a atuação do cirurgião-dentista devem ser submetidas a sessões planejadas de tratamento, nas quais práticas educativas e estratégias cognitivas e comportamentais podem permitir o manejo do comportamento sem a necessidade de contingências aversivas (Moraes, Possobon, Costa Junior & Rolim, 2005). Não obstante, algumas situações, tais como as de urgência, a criança não-colaboradora pode ser contida fisicamente para que seja realizado o tratamento emergencial e proporcionada a eliminação da dor e/ou interrupção do processo infeccioso. A partir desta sessão, várias outras sessões podem ser necessárias para a adaptação comportamental da criança à situação odontológica e a continuidade ao tratamento com a sua colaboração.” (p.611)
“O papel do cirurgião-dentista não deveria se limitar à execução do tratamento bucal, mas incluir a identificação de situações geradoras de ansiedade para o paciente e a investigação de suas possíveis origens. Desse modo, evitar-se-ia a evocação de comportamentos de medo e poder-se-ia intervir no sentido de ensinar o paciente a perceber a situação odontológica sob outro aspecto, com menor suscetibilidade à ansiedade. A colaboração de pesquisadores de psicologia treinados em estratégias comportamentais e cognitivas tem sido cada vez mais comum em alguns grandes centros de atendimento odontológico (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004).” (p.612)
“Relatos de pais parecem apontar para o fato de que a criança desenvolve melhor interação social com odontopediatras que demonstram preocupação com os sentimentos da criança ao longo das sessões de tratamento, o que poderia influenciar positivamente a percepção da criança em relação ao profissional (Majstorovic, Skrinjaric, Glavina & Szirovicza, 2001).” (p.613)
“Segundo Klatchoian (2002), a odontologia, por ser uma área sujeita a uma grande quantidade de estressores, destacando-se entre eles a dificuldade em lidar com o paciente, pode levar à exaustão profissional. A autora faz referência a diversos trabalhos de pesquisa que avaliam a incidência de doenças relacionadas ao estresse em cirurgiõesdentistas. Os dados apontam que a incidência de alterações coronarianas e hipertensão arterial é 25% mais freqüente nestes profissionais do que na população geral.” (p.615)
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pe/v12n3/v12n3a18.pdf
Artigo 9 - Gincana
Um novo olhar bioético sobre as pesquisas odontológicas brasileiras.
Mirelle Finkler; Maria Cristina Calvo; João Carlos Caetano; Flávia Regina Souza Ramos.Um novo olhar bioético sobre as pesquisas odontológicas brasileiras.
“A odontologia enquanto ciência da saúde lida com a vida e com o sofrimento do ser humano. No seu processo de trabalho, se evidenciam questões sociais, humanas e éticas, a partir das situações bilaterais que se estabelecem individualmente entre profissionais pacientes e, coletivamente, entre a prática profissional e a sociedade.” (p.1206)
“Um conceito amplamente divulgado de bioética define-a como um “estudo sistemático das dimensões morais incluindo visão moral, decisões, condutas e políticas – das ciências da vida e dos cuidados da saúde, empregando uma variedade de metodologias éticas em um ambiente interdisciplinar3”, de onde se depreende que há diferentes tendências de análise em bioética.” (p.1206)
“A presente pesquisa emprega um instrumento elaborado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério da Educação, denominado Qualis. Com o objetivo de atender a necessidades específicas do sistema de avaliação da CAPES, o Qualis se baseia nas informações anualmente fornecidas pelos programas de pós-graduação, quanto aos veículos utilizados para a divulgação da produção intelectual de seus docentes e alunos.” (p.1207)
“Embora não seja objetivo deste trabalho discutir a avaliação dos periódicos, a não ser por sua temática, fica evidente a baixa classificação das revistas segundo os critérios adotados pela CAPES. Péret et al, analisando os critérios de avaliação da CAPES para a área de odontologia, concluíram que o atual modelo de sociedade, baseado no ideário neoliberal, sob a lógica do mercado, tem fundamentado o modelo de avaliação, o qual revela duas tendências principais: a da internacionalização e a do afastamento do Estado do financiamento de pesquisas.” (p.1208)
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/csc/v14n4/a21v14n4.pdf
Mirelle Finkler; Maria Cristina Calvo; João Carlos Caetano; Flávia Regina Souza Ramos.Um novo olhar bioético sobre as pesquisas odontológicas brasileiras.
“A odontologia enquanto ciência da saúde lida com a vida e com o sofrimento do ser humano. No seu processo de trabalho, se evidenciam questões sociais, humanas e éticas, a partir das situações bilaterais que se estabelecem individualmente entre profissionais pacientes e, coletivamente, entre a prática profissional e a sociedade.” (p.1206)
“Um conceito amplamente divulgado de bioética define-a como um “estudo sistemático das dimensões morais incluindo visão moral, decisões, condutas e políticas – das ciências da vida e dos cuidados da saúde, empregando uma variedade de metodologias éticas em um ambiente interdisciplinar3”, de onde se depreende que há diferentes tendências de análise em bioética.” (p.1206)
“A presente pesquisa emprega um instrumento elaborado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério da Educação, denominado Qualis. Com o objetivo de atender a necessidades específicas do sistema de avaliação da CAPES, o Qualis se baseia nas informações anualmente fornecidas pelos programas de pós-graduação, quanto aos veículos utilizados para a divulgação da produção intelectual de seus docentes e alunos.” (p.1207)
“Embora não seja objetivo deste trabalho discutir a avaliação dos periódicos, a não ser por sua temática, fica evidente a baixa classificação das revistas segundo os critérios adotados pela CAPES. Péret et al, analisando os critérios de avaliação da CAPES para a área de odontologia, concluíram que o atual modelo de sociedade, baseado no ideário neoliberal, sob a lógica do mercado, tem fundamentado o modelo de avaliação, o qual revela duas tendências principais: a da internacionalização e a do afastamento do Estado do financiamento de pesquisas.” (p.1208)
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/csc/v14n4/a21v14n4.pdf
Artigo 8 - Gincana
Estética em Ortodontia: seis linhas horizontais do sorriso
Carlos Alexandre Câmara. Estética em Ortodontia: seis linhas horizontais do sorriso.
“A obtenção de um sorriso bonito é sempre o objetivo principal de qualquer tratamento estético odontológico. Afinal, é a beleza do sorriso que fará a diferença entre o resultado estético aceitável ou agradável em qualquer tratamento. Entretanto, apesar da sua importância, as características intrínsecas desse são pouco discutidas.” (p.118)
“O contato interdentário dos dentes anterossuperiores é feito de forma descendente a partir do canino. O contato entre canino e incisivo lateral se posiciona mais alto do que o contato entre o incisivo lateral e o central; o contato entre os incisivos centrais se posiciona mais baixo ainda. Esses pontos de contatos devem ser justos, a menos que exista uma discrepância no diâmetro mesiodistal da coroa2. A posição do contato interdentário está relacionada à posição e morfologia do dente.” (p.122)
“A avaliação clínica do DRED com as quatro linhas e a faixa de conectores permitirá a utilização de um “check list” que poderá detectar os erros de posições dentárias e as suas relações com a gengiva. Com a observação do formato de cada linha, cria-se um planejamento que terá como foco a correção dos defeitos, a harmonização das linhas e a posterior avaliação dos resultados conseguidos. Essa avaliação facilita o diagnóstico e torna mais fácil e prática a detecção de problemas para todos os profi ssionais que tratam de problemas estéticos.” (p.123)
“Além dos dentes, o DRED também envolve os lábios. Com a avaliação labial, chega-se às seis linhas horizontais do sorriso, isto é, além das quatro linhas dentogengivais, somam-se as linhas dos lábios superior e inferior. Tanto o lábio superior quanto o inferior interferem de forma marcante na beleza do sorriso.” (p123;124)
“O sorriso pode ser definido como uma mudançana expressão facial, que envolve o brilho dos olhos, uma curvatura superior dos cantos dos lábios, a não emissão de som e menos distorção das formas dos músculos do que uma risada12. Inicia-se nas comissuras e se estende lateralmente; os lábios inicialmente podem permanecer em contato, exceto nas pessoas que apresentam ausência de selamento labial passivo ou lábio superior curto. À medida que o sorriso se expande, os lábios se separam, as comissuras curvam-se para cima e os dentes são expostos. Os maxilares são separados e desenvolve-se um espaço negro entre os dentes inferiores e superiores que é conhecido como espaço negativo18. No sorriso, a altura do lábio superior diminui e a largura da boca aumenta numa variação de 23% a 28% com relação ao lábio em repouso.” (p.124)
“Embora já se tenha catalogado 18 tipos de sorriso, o que interessa diretamente à Odontologia é aquele que expressa alegria. Essa é a forma de sorriso conhecida como Duchenne, no qual ocorre uma contração da musculatura orbicular dos olhos em combinação com o tracionamento do canto do lábio pelo músculo zigomático maior e é, entre os tipos de sorriso, o que melhor demonstra contentamento ou felicidade. É o sorriso espontâneo.” (p.126)
“O conhecimento das características intrínsecas do sorriso auxilia a percepção estética desse. Saber avaliar o sorriso de cada paciente garante ao profissional a possibilidade de enxergar o que precisa ser feito, o que pode ser feito e o que deve ser aceito. Em outras palavras, saber interpretar as nuances do sorriso dá a cada ortodontista a oportunidade de atuar de forma consciente na estética bucal dos seus pacientes, permitindo que o diagnóstico esteja integrado com o prognóstico, dando uma visão realista dos resultados que podem ser obtidos. Nessa perspectiva, as seis linhas horizontais do sorriso vêm ao encontro desse propósito, uma vez que a análise dessas linhas facilita o entendimento das características intrínsecas do sorriso e traz para cada profissional uma melhor visão das suas chances de sucesso. Entretanto, sabemos que, na avaliação do sorriso, não é suficiente a observação apenas dessas seis linhas, muitos outros fatores também devem ser levados em consideração.” (p.130)
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2176-94512010000100014&lang=pt
Carlos Alexandre Câmara. Estética em Ortodontia: seis linhas horizontais do sorriso.
“A obtenção de um sorriso bonito é sempre o objetivo principal de qualquer tratamento estético odontológico. Afinal, é a beleza do sorriso que fará a diferença entre o resultado estético aceitável ou agradável em qualquer tratamento. Entretanto, apesar da sua importância, as características intrínsecas desse são pouco discutidas.” (p.118)
“O contato interdentário dos dentes anterossuperiores é feito de forma descendente a partir do canino. O contato entre canino e incisivo lateral se posiciona mais alto do que o contato entre o incisivo lateral e o central; o contato entre os incisivos centrais se posiciona mais baixo ainda. Esses pontos de contatos devem ser justos, a menos que exista uma discrepância no diâmetro mesiodistal da coroa2. A posição do contato interdentário está relacionada à posição e morfologia do dente.” (p.122)
“A avaliação clínica do DRED com as quatro linhas e a faixa de conectores permitirá a utilização de um “check list” que poderá detectar os erros de posições dentárias e as suas relações com a gengiva. Com a observação do formato de cada linha, cria-se um planejamento que terá como foco a correção dos defeitos, a harmonização das linhas e a posterior avaliação dos resultados conseguidos. Essa avaliação facilita o diagnóstico e torna mais fácil e prática a detecção de problemas para todos os profi ssionais que tratam de problemas estéticos.” (p.123)
“Além dos dentes, o DRED também envolve os lábios. Com a avaliação labial, chega-se às seis linhas horizontais do sorriso, isto é, além das quatro linhas dentogengivais, somam-se as linhas dos lábios superior e inferior. Tanto o lábio superior quanto o inferior interferem de forma marcante na beleza do sorriso.” (p123;124)
“O sorriso pode ser definido como uma mudançana expressão facial, que envolve o brilho dos olhos, uma curvatura superior dos cantos dos lábios, a não emissão de som e menos distorção das formas dos músculos do que uma risada12. Inicia-se nas comissuras e se estende lateralmente; os lábios inicialmente podem permanecer em contato, exceto nas pessoas que apresentam ausência de selamento labial passivo ou lábio superior curto. À medida que o sorriso se expande, os lábios se separam, as comissuras curvam-se para cima e os dentes são expostos. Os maxilares são separados e desenvolve-se um espaço negro entre os dentes inferiores e superiores que é conhecido como espaço negativo18. No sorriso, a altura do lábio superior diminui e a largura da boca aumenta numa variação de 23% a 28% com relação ao lábio em repouso.” (p.124)
“Embora já se tenha catalogado 18 tipos de sorriso, o que interessa diretamente à Odontologia é aquele que expressa alegria. Essa é a forma de sorriso conhecida como Duchenne, no qual ocorre uma contração da musculatura orbicular dos olhos em combinação com o tracionamento do canto do lábio pelo músculo zigomático maior e é, entre os tipos de sorriso, o que melhor demonstra contentamento ou felicidade. É o sorriso espontâneo.” (p.126)
“O conhecimento das características intrínsecas do sorriso auxilia a percepção estética desse. Saber avaliar o sorriso de cada paciente garante ao profissional a possibilidade de enxergar o que precisa ser feito, o que pode ser feito e o que deve ser aceito. Em outras palavras, saber interpretar as nuances do sorriso dá a cada ortodontista a oportunidade de atuar de forma consciente na estética bucal dos seus pacientes, permitindo que o diagnóstico esteja integrado com o prognóstico, dando uma visão realista dos resultados que podem ser obtidos. Nessa perspectiva, as seis linhas horizontais do sorriso vêm ao encontro desse propósito, uma vez que a análise dessas linhas facilita o entendimento das características intrínsecas do sorriso e traz para cada profissional uma melhor visão das suas chances de sucesso. Entretanto, sabemos que, na avaliação do sorriso, não é suficiente a observação apenas dessas seis linhas, muitos outros fatores também devem ser levados em consideração.” (p.130)
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2176-94512010000100014&lang=pt
Assinar:
Postagens (Atom)

