sábado, 14 de abril de 2012
3º semestre, um ossinho para roer? Eu amo isso!
O terceiro semestre da primeira turma da Faculdade Leão Sampaio em Juazeiro do Norte, CE, iniciou em 2012.1, e já vimos várias matérias interessantes, tais como Farmacologia, Patologia e Imunologia, que irão nos guiar para proceder no curso como bons profissionais de Odontologia. Nesse período de mudanças, onde os estudantes já começam a ver a face da Odontologia de verdade, observamos muitas coisas acontecendo na faculdade, a interação entre alunos e professores se torna maior e melhor, e muitas coisas já despertam a curiosidade de muitos a respeito de nossas especialidades, na matéria de Pré-clínica I, por exemplo, onde já vemos noções e práticas de Periodontia, Materiais dentários, Oclusão e Prótese. A ansiosidade e a paixão só aumenta, mas a dedicação nos faz enorme exigência para sermos competentes e firmes nesse aprendizado, boa sorte a todos das turmas 106.3, 105.3, 201.3 e 305.3!
'Natã Cavalcante'
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Semestre novo, experiências novas. - Aula de escultura e anatomia dental
Bom, nós da turma do 2º semestre de Odontologia na faculdade Leão Sampaio tivemos a primeira aula de escultura dental, e as perspectivas eram de empolgação, e ansiedade. Mas logo que começou a aula, vimos que era bem complicado e exigia muita paciência e precisão no início. A aula seguiu com progresso, a Lorem krsna quebrou seu primeiro bloquinho de cera, a Socorro fez em seu incríveis alguns minutos e eu, com muita paciência fiz meu primeiro dente em escultura de cera, um incisivo superior esquerdo, meu orgulho, 'só precisa diferenciar mais a face mesial e distal'(Prof. Prof. Roberto Haniery).
Mas enfim, para ser minha primeira aula, eu fui até bem. Boa sorte pra todos da 106 nesse semestre!!!
Mas enfim, para ser minha primeira aula, eu fui até bem. Boa sorte pra todos da 106 nesse semestre!!!
domingo, 5 de junho de 2011
Enfim, o primeiro semestre tá acabando.
As melhores mentes, os piores atrapalhados, e os indescritíveis, amigos...
Nesse final de semestre, cheio de atividades e de coisas para estudar, só queria dizer uufa!!
Mas o pesado ainda está por vir, e quero ver, aos que vão continuar no próximo semestre, as dificuldaes!!, porém a perseverança!! e esse é o meu e o de muitos, o forte.
Parabéns a todos os estudantes de odontologia do 1º semestre da LEÃO!!
Nesse final de semestre, cheio de atividades e de coisas para estudar, só queria dizer uufa!!
Mas o pesado ainda está por vir, e quero ver, aos que vão continuar no próximo semestre, as dificuldaes!!, porém a perseverança!! e esse é o meu e o de muitos, o forte.
Parabéns a todos os estudantes de odontologia do 1º semestre da LEÃO!!
sexta-feira, 3 de junho de 2011
pesssoas que me divulgaram ^^
Lorem Krsna : filhotedefauchard.blogspot.com
Gil neves: gilneves18.blogspot.com
Patrícia Mylena: patriciamylena.blogspot.com
Caio sávio: odonto2011leao.blogspot.com
Gil neves: gilneves18.blogspot.com
Patrícia Mylena: patriciamylena.blogspot.com
Caio sávio: odonto2011leao.blogspot.com
Filhote de Fauchard: Convivência na 106.1
Filhote de Fauchard: Convivência na 106.1: "Eugênia e eu Natã, Romeu, Ismael e eu A convivência é uma coisa engraçada. Quase tão engraçada como a mania do ser humano de tentar an..."
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Artigo 10 - Gincana
O TRATAMENTO ODONTOLÓGICO COMO GERADOR DE ANSIEDADE.
Rosana de Fátima Possobon; Karina Camillo Carrascoza; Antonio Bento Alves de Moraes; Áderson Luiz Costa Jr. O TRATAMENTO ODONTOLÓGICO COMO GERADOR DE ANSIEDADE.
“A submissão a tratamento odontológico tem sido relatada, por muitos pacientes, como uma condição geradora de estresse e de ansiedade (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004; Possobon, Caetano & Moraes, 1998; Poulton, Thomson, Brown & Silva, 1998). Além dos fatores aversivos inerentes ao tratamento, incluindo equipamentos e instrumentos, é possível que a sensação de ter parte de seu corpo físico invadida leve o paciente a perceber a situação como ameaçadora (Klatchoian, 2002), gerando maior probabilidade de comportamentos de esquiva e/ou fuga.” (p.610)
“Como a função principal do cirurgião-dentista é manter uma boa condição de saúde bucal de seu paciente e, para tanto, necessita avaliá-lo em visitas preventivas freqüentes, é essencial esse profissional fazer uso de intervenções que ajudem o paciente a adquirir e manter comportamentos de saúde, bem como a enfrentar a situação odontológica com um mínimo de estresse. Entretanto, para que o cirurgiãodentista possa implementar estratégias que minimizem o estresse comumente gerado pelo tratamento e pelo ambiente do consultório, é necessário que aprenda a identificar comportamentos indicadores de ansiedade e seja capaz de estabelecer uma adequada relação com o paciente.” (p.610)
“As crianças que evocam alta freqüência de comportamentos que dificultam ou impedem a atuação do cirurgião-dentista devem ser submetidas a sessões planejadas de tratamento, nas quais práticas educativas e estratégias cognitivas e comportamentais podem permitir o manejo do comportamento sem a necessidade de contingências aversivas (Moraes, Possobon, Costa Junior & Rolim, 2005). Não obstante, algumas situações, tais como as de urgência, a criança não-colaboradora pode ser contida fisicamente para que seja realizado o tratamento emergencial e proporcionada a eliminação da dor e/ou interrupção do processo infeccioso. A partir desta sessão, várias outras sessões podem ser necessárias para a adaptação comportamental da criança à situação odontológica e a continuidade ao tratamento com a sua colaboração.” (p.611)
“O papel do cirurgião-dentista não deveria se limitar à execução do tratamento bucal, mas incluir a identificação de situações geradoras de ansiedade para o paciente e a investigação de suas possíveis origens. Desse modo, evitar-se-ia a evocação de comportamentos de medo e poder-se-ia intervir no sentido de ensinar o paciente a perceber a situação odontológica sob outro aspecto, com menor suscetibilidade à ansiedade. A colaboração de pesquisadores de psicologia treinados em estratégias comportamentais e cognitivas tem sido cada vez mais comum em alguns grandes centros de atendimento odontológico (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004).” (p.612)
“Relatos de pais parecem apontar para o fato de que a criança desenvolve melhor interação social com odontopediatras que demonstram preocupação com os sentimentos da criança ao longo das sessões de tratamento, o que poderia influenciar positivamente a percepção da criança em relação ao profissional (Majstorovic, Skrinjaric, Glavina & Szirovicza, 2001).” (p.613)
“Segundo Klatchoian (2002), a odontologia, por ser uma área sujeita a uma grande quantidade de estressores, destacando-se entre eles a dificuldade em lidar com o paciente, pode levar à exaustão profissional. A autora faz referência a diversos trabalhos de pesquisa que avaliam a incidência de doenças relacionadas ao estresse em cirurgiõesdentistas. Os dados apontam que a incidência de alterações coronarianas e hipertensão arterial é 25% mais freqüente nestes profissionais do que na população geral.” (p.615)
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pe/v12n3/v12n3a18.pdf
Rosana de Fátima Possobon; Karina Camillo Carrascoza; Antonio Bento Alves de Moraes; Áderson Luiz Costa Jr. O TRATAMENTO ODONTOLÓGICO COMO GERADOR DE ANSIEDADE.
“A submissão a tratamento odontológico tem sido relatada, por muitos pacientes, como uma condição geradora de estresse e de ansiedade (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004; Possobon, Caetano & Moraes, 1998; Poulton, Thomson, Brown & Silva, 1998). Além dos fatores aversivos inerentes ao tratamento, incluindo equipamentos e instrumentos, é possível que a sensação de ter parte de seu corpo físico invadida leve o paciente a perceber a situação como ameaçadora (Klatchoian, 2002), gerando maior probabilidade de comportamentos de esquiva e/ou fuga.” (p.610)
“Como a função principal do cirurgião-dentista é manter uma boa condição de saúde bucal de seu paciente e, para tanto, necessita avaliá-lo em visitas preventivas freqüentes, é essencial esse profissional fazer uso de intervenções que ajudem o paciente a adquirir e manter comportamentos de saúde, bem como a enfrentar a situação odontológica com um mínimo de estresse. Entretanto, para que o cirurgiãodentista possa implementar estratégias que minimizem o estresse comumente gerado pelo tratamento e pelo ambiente do consultório, é necessário que aprenda a identificar comportamentos indicadores de ansiedade e seja capaz de estabelecer uma adequada relação com o paciente.” (p.610)
“As crianças que evocam alta freqüência de comportamentos que dificultam ou impedem a atuação do cirurgião-dentista devem ser submetidas a sessões planejadas de tratamento, nas quais práticas educativas e estratégias cognitivas e comportamentais podem permitir o manejo do comportamento sem a necessidade de contingências aversivas (Moraes, Possobon, Costa Junior & Rolim, 2005). Não obstante, algumas situações, tais como as de urgência, a criança não-colaboradora pode ser contida fisicamente para que seja realizado o tratamento emergencial e proporcionada a eliminação da dor e/ou interrupção do processo infeccioso. A partir desta sessão, várias outras sessões podem ser necessárias para a adaptação comportamental da criança à situação odontológica e a continuidade ao tratamento com a sua colaboração.” (p.611)
“O papel do cirurgião-dentista não deveria se limitar à execução do tratamento bucal, mas incluir a identificação de situações geradoras de ansiedade para o paciente e a investigação de suas possíveis origens. Desse modo, evitar-se-ia a evocação de comportamentos de medo e poder-se-ia intervir no sentido de ensinar o paciente a perceber a situação odontológica sob outro aspecto, com menor suscetibilidade à ansiedade. A colaboração de pesquisadores de psicologia treinados em estratégias comportamentais e cognitivas tem sido cada vez mais comum em alguns grandes centros de atendimento odontológico (Moraes, Costa Junior & Rolim, 2004).” (p.612)
“Relatos de pais parecem apontar para o fato de que a criança desenvolve melhor interação social com odontopediatras que demonstram preocupação com os sentimentos da criança ao longo das sessões de tratamento, o que poderia influenciar positivamente a percepção da criança em relação ao profissional (Majstorovic, Skrinjaric, Glavina & Szirovicza, 2001).” (p.613)
“Segundo Klatchoian (2002), a odontologia, por ser uma área sujeita a uma grande quantidade de estressores, destacando-se entre eles a dificuldade em lidar com o paciente, pode levar à exaustão profissional. A autora faz referência a diversos trabalhos de pesquisa que avaliam a incidência de doenças relacionadas ao estresse em cirurgiõesdentistas. Os dados apontam que a incidência de alterações coronarianas e hipertensão arterial é 25% mais freqüente nestes profissionais do que na população geral.” (p.615)
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/pe/v12n3/v12n3a18.pdf
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